quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Razões Para Orar.


Steve Herzig

Tempestades de neve na região dos Grandes Lagos chegam repentinamente, acabam de repente e geralmente deixam vários centímetros de neve em uma área limitada. Vários anos atrás, eu estava viajando de Chicago, no estado de Illinois, para Cleveland, no estado de Ohio, para participar de um casamento na família. A inesperada tempestade chegou aí pelas 3h30min da madrugada.

Com minha esposa e filha serenamente adormecidas no carro, segurei firmemente a direção e dirigi bem devagar, com visibilidade zero. Minha esposa logo acordou por causa do vento frio que entrava pela minha janela que estava aberta. Eu a havia aberto para que pudesse ver a cerca de segurança no lado esquerdo da estrada. Daí a pouco ambos estávamos apavorados.

Escuridão total nos cercava à medida que zilhões de flocos de neve se acumulavam no pára-brisa. Foi aí que pedimos ao Senhor que nos levasse em segurança para uma saída. Lembro-me de ter orado assim: “Senhor, prometo que sairei da estrada na primeira saída que eu vir e não continuarei a viagem enquanto a neve não parar de cair”.

Tudo estava quieto, exceto pelos limpadores do pára-brisa, zunindo em vão para lá e para cá. Alguns momentos depois da oração, surgiram faróis acesos em meu espelho retrovisor. Tanto quanto eu sabia, eu era o único na estrada. Notei que o motorista do carro queria me ultrapassar e, à medida que cedi para lhe dar lugar, percebi que ele estava dirigindo um Jeep. Logo ele diminuiu a marcha à minha frente, criando uma proteção contra a tempestade. Segui aquele Jeep por cerca de 10 minutos até que vi uma muito bem-vinda placa de saída. Então, o Jeep deu a impressão de desaparecer enquanto eu saía da rodovia principal.

Nem minha esposa nem eu dissemos coisa alguma até que encontramos um restaurante que ficava aberto 24 horas e paramos no estacionamento. Estávamos sentados no carro, imóveis. Sabíamos que havíamos acabado de ter uma experiência de resposta de oração imediata, maravilhosa, de salvar a nossa vida. Até hoje (quase três décadas mais tarde), cremos que Deus mandou um anjo ou um motorista verdadeiramente bom para nos guiar. Oramos em nosso momento de necessidade e Ele nos respondeu prontamente. Quando terminamos nosso café da manhã antecipado, a tempestade havia passado; e, obedecendo à palavra da minha oração, saímos daquele estacionamento no que havia se tornado uma linda e clara manhã.

Será que as pessoas que oram deveriam esperar por uma resposta maravilhosa e imediata? E se o Jeep não tivesse aparecido? E se, em vez de encontrar uma saída, eu tivesse batido contra uma pedra de gelo e tido um acidente? Será que Deus seria menos do que Ele é porque eu não recebi nenhuma ajuda? Será que minha oração teria sido sem significado?

Historicamente, Deus dá três respostas ao Seu povo: sim, não e espere. Como Soberano absoluto do Universo, Ele faz o que quer, quando quer, por qualquer que seja o motivo que Ele tiver e para Seu próprio propósito.

Por toda a história, pessoas devotadas, de oração, em situações horrendas, não receberam suas respostas desejadas. Hoje, milhões de pessoas profundamente angustiadas oram fervorosamente a Deus em seus momentos de necessidade. Elas podem estar em relacionamentos difíceis, ter finanças desastrosas, ou sofrer de problemas dolorosos de saúde. Não obstante, não vêem nenhuma evidência de resposta a suas orações. Até mesmo o Senhor Jesus Cristo orou especificamente a Seu Pai: “Se queres, passa de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua” (Lc 22.42).

Então, para que orarmos? Se Deus faz o que Ele quer fazer, para que serve a nossa oração?

Oramos porque isto demonstra nosso relacionamento com Deus

Os cristãos geralmente se descrevem como quem tem “um relacionamento pessoal com Deus”. Tal relacionamento gira em torno da comunicação. Deus fala conosco através de Sua Palavra, e nós falamos com Ele através de nossos lábios e nossa mente. Se não ouvirmos (lermos a Palavra) ou falarmos (orarmos), o relacionamento se rompe.

Oramos porque Deus nos ordena:

“Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus” (Fp 4.6-7).

Orai sem cessar” (1Ts 5.17). “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus” (Fp 4.6-7).

De acordo com a tradição judaica, o profeta Daniel orava três vezes ao dia, independentemente das circunstâncias (Dn 6.12-13). Deus quer que Seu povo ore.

Oramos porque isto demonstra nossa posição sob as ordens dEle e a nossa dependência dEle

Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra. Ele não permitirá que os teus pés vacilem; não dormitará aquele que te guarda” (Sl 121.1-3).

Oramos porque esta é uma forma de servir a Deus

A profetiza Ana “adorava noite e dia em jejuns e orações” (Lc 2.37). Quando oramos, admitimos que a vida não se resume somente a mim. O apóstolo Paulo escreveu: “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito” (1Tm 2.1-2).

Oramos porque a oração fortalece a nossa fé

Ver em primeira mão a provisão de Deus através da oração respondida fortalece nosso homem interior. Disse Jesus: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt 6.6). Oramos “àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos” (Ef 3.20).

Oramos porque vale a pena

Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tg 5.16).

Oramos porque Ele sempre responde, de uma forma ou de outra

E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito” (1Jo 5.14-15).

Quando minha esposa e eu clamamos a Deus em nossa necessidade, não sabíamos qual seria a resposta dEle. Quando o Jeep surgiu do nada, nos ultrapassou, posicionou-se à nossa frente e nos dirigiu para a saída, certamente sentimos um grande alívio. Mais tarde, quando estávamos sentados no carro dentro do estacionamento, meditando sobre o que tinha acontecido, tudo o que pudemos fazer foi orar novamente – desta vez louvando o Senhor que achou por bem nos responder.

E esta é outra razão para orar: louvar a Deus por aquilo que Ele é e agradecer-Lhe por Suas bênçãos. (Israel My Glory)

As opiniões expressas nos artigos assinados são de responsabilidade dos seus autores.

Fonte: http://www.chamada.com.br/mensagens/razoes_para_orar.html

sábado, 4 de outubro de 2014

JESUS E A FÍSICA QUÂNTICA.

Já participei e indico para todos que desejam aprimorar os seus estudos teológicos.
Pr. Sandoval.

 

Prezados,

 

Jesus e a Física Quântica - Uma das Palestras mais interessante sobre Jesus.

 

Inscreva-se já e participe!

 

Até lá!

 

Vânia de Cássia

Divulgação Paulinas Rio

Tel. 2232-5486/99636-2388

 

 

Não consegue visualizar a mensagem? Clique aqui

Contatos: 0800 70 100 81 | paulinas@paulinas.com.br

 

Rio de Janeiro-RJ

Palestra
Jesus e a Física Quântica

Informações e inscrições: 
Tel. (21) 2232-5486 ou rjpromov@paulinas.com.br 

A Física Quântica nos oferece importantes argumentos para falarmos sobre espiritualidade e religião ao homem e à mulher de hoje. Uma de suas grandes contribuições para a Teologia é o conceito do certo e do errado. Os paradigmas da Física Quântica são específicos, mas seus conceitos podem ser relacionados e vinculados aos princípios pedagógicos de Jesus de Nazaré e aos fundamentos do Cristianismo. 

Assessor: Frei Isidoro Mazzarolo, doutor em Teologia (exegese dos evangelhos sinóticos), biblista, escritor e professor de exegese bíblica na PUC-RIO, no Instituto Paulo VI e Instituto Franciscano.

Público-alvo: Estudantes de Teologia, agentes de pastoral, catequistas, animadores de comunidade, movimentos da Igreja e interessados no tema.

Data:

11 de outubro(sábado)

Horário:

das 9h às 12h

Gratuita

Local: Paulinas Livraria
Rua 7 de Setembro, 81 A – –Centro –– Rio de Janeiro-RJ 

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

IDE, FAZEI DISCÍPULOS E ENSINAI.


-- 
Ir. Cátia Cappellari, fsp
Divulgação Paulinas - 
Centro - RJ - (21) 2232-5486
Madureira - RJ - (21) 3355-5189

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Anti-Sionismo cristão: do lado errado da história, da justiça e da Bíblia.



Em junho de 1982, Israel decidiu que já bastava! Depois de estabelecer novos quartéis-generais no Líbano no início dos anos 1970, a Organização Para a Libertação da Palestina (OLP), dirigida por Yasser Arafat, lançava freqüentes ataques terroristas contra o Norte de Israel, acompanhados por incessantes bombardeios de foguetes. Grande número de israelenses foram mortos, centenas ficaram feridos e milhares foram forçados a fugir ou a se esconder em bunkers subterrâneos. Com a Operação Paz Para a Galiléia, Israel invadiu o Líbano e forçou a OLP a retroceder para a Tunísia.

Nem todos ficaram satisfeitos que Israel tivesse ido ao Líbano para se defender. No dia 22 de junho de 1982, John Piper, então pastor da Igreja Batista Bethlehem, em Minneapolis, Minnesota (EUA), escreveu em um artigo intitulado “As Profecias e a Invasão do Líbano”:

Ai dos seguidores de Cristo que fecham os olhos para o desalojamento de 600.000 cidadãos libaneses [Nota: foram perto de 200.000] sob coação dos rifles judeus. Ai dos cristãos que acham que Jesus Cristo consente na matança de 10.000 libaneses [Nota: na realidade, as 6.000 mortes de civis ocorreram de ambos os lados] porque as balas vieram dos tanques israelenses. Deus não concorda com os pecados desse povo rebelde. Eles estão sob juízo por causa de seus pecados. Nossa resposta pode somente ser esta: um brado de indignação justa contra a arrogância e a agressão de Israel; e uma oração para que eles possam se arrepender e ser salvos antes que seja tarde demais.[1]

Por que Piper faria tal declaração? Biblicamente, podemos entender os motivos pelos quais o mundo se voltaria injustamente contra Israel. Isso foi predito (Zc 12 e 14). Mas por que um cristão diria tais coisas? Porque John Piper é um cristão anti-sionista.

Os cristãos anti-sionistas (CaSs) são cristãos professos que discordam do direito histórico, legal, moral, profético e divino de Israel à prometida e demarcada Terra Santa das Escrituras. Eles fazem parte de um movimento que fica mais forte a cada dia. Muitos deles buscam isolar e punir Israel através de sanções econômicas.

Características Comuns

Os ensinamentos deles compartilham uma série de características comuns:

1. Os CaSs pressupõem erroneamente que a revelação do Novo Testamento tem mais valor do que a revelação do Antigo Testamento.

Eles crêem que Jesus e os escritores do Novo Testamento expandiram e redefiniram os conceitos do Antigo Testamento, tais como o Reino, o Povo Escolhido e a Terra Prometida. Conseqüentemente, os CaSs atribuem novos significados às promessas do Antigo Testamento que Deus fez a Israel. Esta prática leva à Teologia da Substituição, à qual muitos CaSs aderem.

2. Os CaSs usam de métodos alegóricos de interpretação das Escrituras.

A postura dos anti-sionistas da Igreja da Escócia revela claramente essa abordagem: “Para os cristãos do século XXI, as promessas sobre a terra de Israel não devem ser tomadas literalmente, ou como aplicáveis a um território geográfico definido. (...) A “terra prometida” na Bíblia não é um lugar, porém uma metáfora sobre como as coisas deverão ser entre o povo de Deus”.[2]

3. Os CaSs usam o argumento fraudulento do silêncio para tentarem provar sua opinião.

Eles pressupõem falsamente que sua posição sobre a Terra Santa é verdadeira apenas porque os escritores do Novo Testamento não falam com freqüencia sobre as promessas da terra para Israel e sobre a restauração de Israel à sua terra. Em certa ocasião, quando confrontado a respeito desse argumento do silêncio, Gary Burge retrucou: “É um silêncio tão alto”.[3]

4. Os CaSs são defensores e ativistas de ideais esquerdistas.

Muitos CaSs pertencem à Esquerda Evangélica. Eles crêem que o papel da igreja no mundo é lutar pela paz e justiça social e promover uma versão contemporânea do movimento do Evangelho Social do final do século XIX e começo do século XX. O movimento do Evangelho Social era liberal em sua teologia, continha componentes socialistas e se concentrava em corrigir problemas sociais por meio do ativismo social, em vez de enfatizarem a transformação do coração através da fé pessoal em Jesus Cristo. O movimento dos cristãos anti-sionistas é um pouco diferente. Os CaSs propagam justiça bíblica, todavia insistem em que os tribunais internacionais corruptos e sem Deus são a autoridade final para determinar os direitos de Israel à terra.

Deus prometeu a Jacó: “Eis que te farei fecundo, e te multiplicarei, e te tornarei multidão de povos, e à tua descendência darei esta terra em possessão perpétua” (Gn 48.4).

Eles definem justiça em termos de igualdade de recursos e de poder. Portanto, a expressãopaz e justiça se torna um eufemismo para “Israel precisa entregar mais terra”.

Não existe nada de não-cristão em um clamor por justiça. Entretanto, os CaSs enfatizam demais esse clamor e direcionam mal seus esforços. Por exemplo, os cristãos anti-sionistas freqüentemente mencionam em poucas palavras o reconhecimento dos sofrimentos dos israelenses e depois gastam a maior parte do seu tempo recontando as supostas injustiças dos israelenses contra os palestinos, como se houvesse uma equivalência moral entre a inconveniência de um posto de controle e ser explodido por um homem bomba.

Se os CaSs estão tão preocupados com a justiça, eles fazem bem se considerarem as seguintes questões: A quem a comunidade internacional prometeu a terra de Israel, apenas para dividi-la em pequenos pedaços até que pouco sobrasse para o povo judeu? Quem estava disposto a aceitar o Plano de Partição da ONU de 1947 e foi subseqüentemente atacado por cinco nações árabes? Qual país tem repetidas vezes renunciado à terra na esperança de paz, todavia, em troca, continua a ser bombardeado por foguetes? Que país tem sido o alvo constante de homens-bomba e terroristas, no entanto, é vilipendiado por construir uma barreira de segurança efetiva para proteger seu povo contra tais chacinas? Que país é rodeado por inimigos que juraram atirá-lo ao mar? Todas estas perguntas têm apenas uma resposta? Israel – a verdadeira vítima da injustiça.

5. Os CaSs evidenciam uma falta de humildade em sua posição diante de Deus pelo tratamento que dispensam a Israel.

A despeito da advertência de Paulo em Romanos 11.18: “não te glories contra os ramos”, significando que não se deve denegrir o povo judeu, os cristãos anti-sionistas demonstram uma atitude de arrogância e triunfalismo em relação a Israel, assim como é a avaliação judicial e autoritária que fazem de que o Israel moderno não tem direito divino à Terra Santa. Pelo contrário, que direito tem alguém de julgar se Israel deveria possuir ou não a Terra Santa? Deus prometeu a Jacó: “Eis que te farei fecundo, e te multiplicarei, e te tornarei multidão de povos, e à tua descendência darei esta terra em possessão perpétua” (Gn 48.4).

É verdade que o Israel moderno não é uma teocracia, mas um Estado secular. Como toda nação, ele erra ocasionalmente em suas políticas e práticas. A maioria dos cristãos sionistas reconhece esse fato. Mas, por temor reverente a Deus, o Juiz absoluto e final, e em deferênia a Suas muitas promessas relacionadas ao direito divino de Israel à terra, os cristãos sionistas não concluem presunçosamente que o povo judeu deveria ser desapossado do que Deus lhe prometeu. Os cristãos sionistas se aproximam de Israel, não como árbitros autoindicados, mas como amigos que podem criticar, porém, oferecem apoio. Os CaSs não entendem que Deus tem as nações por responsáveis pelo tratamento que dispensam a Israel, mesmo quando Israel está em estado de incredulidade (Jr 2.3; Ez 35).

Quem Está do Lado do Senhor?

O cristão anti-sionista Gary Burge declarou: “Os cristãos sionistas (...) são os zelotes da Terra Santa porque são teólogos fracos. Eles seguem a estrada que leva a Massada e, quando chegarem lá, verificarão que Jesus não está no topo para recebê-los”.[4] Burge está correto ao afirmar que Jesus não estará no topo de Massada. Ele estará no topo do Monte das Oliveiras, lutando pelo Seu povo de Israel (Zc 14), quando vier para estabelecer Seu Reino na terra, que Ele prometeu lhe dar para sempre.

Até lá, a luta pela terra de Israel é, em última instância, uma batalha espiritual; e os cristãos anti-sionistas devem tomar cuidado ou serão encontrados lutando pelo lado errado. (Bruce Scott – Israel My Glory – http://www.beth-shalom.com.br)

Bruce Scott é diretor dos Ministérios de Campo de The Friends of Israel.

Notas:

  1. John Piper, “Prophecy and the Invasion of Lebanon”, Desiring God, 22 de junho de 1982, www.tinyurl.com/PiperCaZ.
  2. “The inheritance of Abraham? A report on the “promised land””, Church of Scotland Church and Society Council, maio de 2013, www.tinyurl.com/CScotlandCaZ, 9.
  3. Gary M. Burge, “The New Testament and the Land: How Early Christianity Challenged Ethnic Territorialism”, palestra apresentada em 2010 na Conferência “Christ at the Checkpoint” (Cristo no Posto de Controle), Bethlehem Bible College, Belém, Israel, MP3, http://christatthecheckpoint.com/index.php/multimedia/lectures-2010.
  4. Ibid.
Fonte: http://www.beth-shalom.com.br/artigos/anti-sionismo_cristao.html

sexta-feira, 11 de julho de 2014

quarta-feira, 9 de julho de 2014

MEU DEUS, OBRIGADO POR NÃO RESPONDERES ÀS MINHAS ORAÇÕES.



Meu Deus, Obrigado por Não Responderes às Minhas Orações

Arno Froese e Dieter Steiger

Muitas passagens na Bíblia nos mostram claramente que o silêncio de Deus foi a melhor resposta às orações. Em outros casos, as respostas dadas mostraram não ser o melhor para quem as pediu.n

Jesus – o Filho de Deus

Vamos começar observando a mais terrível e chocante oração não-respondida da história da humanidade: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Mateus 27.46).

Esse questionamento por parte de Jesus tem um profundo significado para toda a humanidade. Em primeiro lugar, porque revela que Deus realmente Se manifestou na carne: "evidentemente, grande é o mistério da piedade: Aquele (Deus) que foi manifestado na carne" (1 Timóteo 3.16). Além disso, ele também mostra que, de fato e de verdade, Jesus tornou-se 100% humano, estando inclusive sujeito à morte. Lemos em Filipenses 2.7-8:"Antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz".

Jesus, o Filho de Deus, deixou Sua habitação de poder, autoridade e glória e tornou-se um homem de carne e osso. Pela Bíblia sabemos que Ele foi tentado como nós somos tentados. Ele sentia cansaço, fome e sede; sentia alegria, tristeza, insatisfação e compaixão. Mas com uma diferença: Ele não tinha pecado!

O mais inexplicável mistério na história da humanidade é Deus manifestado na carne. Essa declaração tem sido pedra de tropeço para muitos que não estavam realmente em busca da verdade.

Um considerável número de religiões não crê em Jesus como o Filho de Deus. Seguidamente elas usam esta afirmação para justificar suas falácias, dizendo em tom de escárnio: "Se Jesus era Deus, então porque Ele orou ‘Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?’ Por acaso Ele estava orando para si mesmo?"

Uma pessoa honesta que ousasse fazer tal questionamento iria rapidamente encontrar a resposta estudando as Escrituras e aprenderia logo que Jesus de fato é Deus.

Vamos analisar alguns exemplos:

"Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?"

Depois de Jesus ter curado um paralítico no tanque de Betesda, Seus inimigos Lhe fizeram a seguinte acusação: "e, porque ele disse isso, os líderes judeus ficaram ainda com mais vontade de matá-lo. Pois, além de não obedecer à lei do sábado, ele afirmava que Deus era o seu próprio Pai, fazendo-se assim igual a Deus" (João 5.18). Eles afirmavam que Jesus se fazia"igual a Deus".

Aqueles que escarneciam e acusavam Jesus ouviram-nO testemunhando que Ele era Deus, conforme lemos em Mateus 27.43: "...porque (Jesus) disse: Sou Filho de Deus".

Quando Jesus morreu, um centurião, do qual não sabemos o nome, declarou no versículo 54: "...verdadeiramente este era Filho de Deus"

Em João 20.28 lemos: "Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu!".

A Grande Resposta Silenciosa

O que teria acontecido se Deus tivesse respondido ao apelo do Senhor Jesus? O que teria acontecido se o Pai não tivesse abandonado o Filho? O que teria acontecido se Deus tivesse respondido ao desafio dos principais sacerdotes, escribas e anciãos quando disseram: "Confiou em Deus; pois venha livrá-lo agora, se, de fato, lhe quer bem; porque disse: Sou Filho de Deus"(Mateus 27.43)? A resposta é a terrível realidade do que nós merecíamos! Cada um de nós permaneceria morto em suas transgressões e pecados, abandonado por Deus por toda a eternidade! Não teria havido salvação para a humanidade! Efésios 2.12 demonstra claramente nossa posição desesperançada: "naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo".

Se o Pai celestial tivesse respondido à oração de Jesus na cruz, não haveria futuro para nós, mas um perpétuo e imensurável sofrimento além de uma eternidade no inferno!

Entretanto, as Escrituras continuam: "Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de Cristo"(v. 13).

Assim sendo, para o nosso próprio bem, a melhor resposta para o clamor do Senhor Jesus foi o silêncio de Deus. Jesus deliberadamente veio à terra com o único propósito de redimir o homem caído. Sua vinda não foi um acidente ou o resultado de alguma circunstância invisível, mas fazia parte do plano eterno de Deus para a nossa salvação.

Se queremos ter um entendimento melhor do sacrifício supremo de Deus, precisamos ver a realidade de Suas intenções. Teremos um entendimento mais profundo para reconhecer Sua posição eterna ao nos ocupar com a Sua palavra. Para Deus nada acontece por acidente, nem existem coincidências. Deus não depende da nossa percepção de tempo porque Ele é eterno. Somente quando tivermos alcançado nosso destino final é que entenderemos o que é a eternidade.

Antes da Fundação do Mundo

Pedro amplia nossa visão sobre a vinda de Cristo: "mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós" (1 Pedro 1.19-20). Mesmo antes do homem ter caído em pecado, Deus, em Sua onisciência, estabeleceu um plano de salvação que foi manifesto com a vinda de Jesus. E até mesmo o evento real que aconteceu aqui na terra foi suplantado pela resolução eterna proclamada em Apocalipse 13.8: "...do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo".

É virtualmente impossível entendermos essa incrível verdade apenas com o nosso intelecto limitado. Como algo pode ter ocorrido mesmo antes de ter se manifestado fisicamente aqui na terra? Não encontramos resposta se fizermos a pergunta nesse nível. Quem pode explicar intelectualmente a passagem: "...assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo..."(Efésios 1.4)? Podemos apenas perceber espiritualmente essa realidade quando a vemos pela perspectiva celestial. Para ilustrar esse fato, consideremos o seguinte exemplo:

Sabemos que o sol nasce no leste e se põe no oeste. Podemos determinar isso cientificamente através do uso de instrumentos que medem os movimentos do sol. Porém esse fato científico se tornaria nulo se viajássemos no espaço, pois lá as regras mudam, a lei do espaço vigoraria e veríamos que a Terra, na realidade, faz seu movimento de rotação em torno do próprio eixo, criando assim a ilusão de que o sol nasce no leste e se põe no oeste.

Jesus no Jardim

"Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres."

Para termos um entendimento melhor da morte voluntária de Jesus e do silêncio de Seu Pai em resposta à Sua oração, devemos primeiro olhar mais de perto aquela fatídica noite no Jardim Getsêmani: "Em seguida, foi Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar; e, levando consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se. Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo. Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres" (Mateus 26.36-39). Do ponto de vista humano, esse é um dos mais trágicos eventos do Novo Testamento. Lemos uma descrição detalhada do comportamento do Senhor antes de Sua prisão, que resultou em Sua condenação e posterior execução na cruz do Calvário.

Jesus levou consigo Seus discípulos mais próximos, dos quais Pedro era o mais chegado. Lembre-se que pouco tempo antes Pedro jurara solenemente ser um fiel seguidor de Jesus, mesmo que isso lhe custasse a própria vida: "Ainda que me seja necessário morrer contigo, de nenhum modo te negarei..." (v. 35). Pedro fez uma declaração corajosa ao afirmar abertamente que seguiria Jesus mesmo que tivesse de morrer por isso.

Pedro Falhou

O Senhor já havia informado a Pedro que Ele teria de morrer para que as Escrituras se cumprissem. Pedro entendeu isso, porque anteriormente havia identificado o Senhor como sendo "o Cristo, o Filho do Deus vivo" (Mateus 16.16). A confissão de Pedro deu-se num lugar chamado Cesaréia de Filipe, onde Jesus perguntou a Seus discípulos: "Quem diz o povo ser o Filho do Homem?" (Mateus 16.13). É óbvio que Pedro sabia que a palavra profética tinha de ser cumprida. Ele não tentava mais defender Jesus, mas sabia que a morte era inevitável. Veja que ele disse: "Ainda que me seja necessário morrer contigo..." O fato de que Jesus teria de morrer já havia sido entendido, e o que restava agora era uma questão de fidelidade ao Senhor. Pedro permaneceria fiel até o fim?

De acordo com a Palavra de Deus sabemos que ele não o fez. Pedro negou ao Senhor, não apenas uma, nem duas, mas três vezes, como Jesus profetizou que ele faria.

No Getsêmani

Agora vamos focalizar nossa atenção no Senhor que foi até o jardim chamado Getsêmani, afastando-Se dos discípulos e ficando apenas com Pedro e os dois filhos de Zebedeu a Seu lado. Quando Ele ficou sozinho, mais tarde, "adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando..."(Mateus 26.39). Qual foi a Sua oração? "..Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres" (v. 39). Jesus não recebeu resposta. O Pai ficou em silêncio. Jesus voltou até onde estavam os Seus discípulos: "...E, voltando para os discípulos, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Então, nem uma hora pudestes vós vigiar comigo? Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca"(vv. 40-41). Algo muito natural tinha acabado de acontecer: a carne dos discípulos não estava disposta e nem era capaz de resistir aos ataques de Satanás.

Não sabemos quanto tempo o Senhor orou, mas deve ter sido durante pelo menos uma hora, se nos basearmos na afirmação: "Então, nem uma hora pudestes vós vigiar comigo?"Apesar da promessa determinada de Pedro de morrer com o Senhor, ele já havia se afastado da batalha que acontecia no Getsêmani.

A Oração Contínua de Jesus

"Tornando a retirar-se, orou de novo, dizendo: Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade" (v. 42). Novamente não houve uma resposta do Pai, apenas silêncio. Jesus deu aos discípulos outra chance: "...voltando, achou-os outra vez dormindo; porque os seus olhos estavam pesados" (v. 43). Desta vez o Senhor não os acordou nem deu outra instrução. Ao invés disso, lemos que Ele: "...Deixando-os novamente, foi orar pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras" (v. 44).

A Agonia

"E, estando em agonia, orava mais intensamente."

Ao lermos o relato no evangelho de Marcos notamos que o evento é descrito de uma forma um pouco diferente. Entretanto, Lucas revela que após Jesus ter orado, "...lhe apareceu um anjo do céu que o confortava" (Lucas 22.43). Não nos é revelado como ele O "confortava", mas no versículo seguinte lemos que Suas orações tornaram-se ainda mais desesperadas: "E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra" (v. 44).

Quando analisamos esse fato de uma perspectiva humana, ele parece-nos ilógico, porque o versículo anterior diz que Jesus acabara de ser consolado por um anjo do céu, continuando a batalhar em oração a tal ponto que "gotas de sangue" caíram sobre a terra. Foi o consolo do anjo uma resposta à Sua oração ou esse consolo era necessário para que Ele continuasse orando? Creio que a segunda opção é a correta, como veremos ao examinarmos mais detalhadamente essa situação.

A Tentação no Getsêmani

Normalmente se interpreta que Jesus, como Filho do Homem, em carne e osso, tinha medo da morte como qualquer outro ser humano. Assim sendo, não seria surpresa que Jesus orasse que "este cálice", representando a morte na cruz, fosse passado d’Ele. Entretanto, tal interpretação não corresponde a versículos como os do Salmo 40.7-8: "Então, eu disse: eis aqui estou, no rolo do livro está escrito a meu respeito; agrada-me fazer a tua vontade, ó Deus meu; dentro do meu coração, está a tua lei". Jesus se agradava em fazer a perfeita vontade de Deus, a qual foi estabelecida antes da fundação do mundo.

Para estar certo de que Davi não estava falando de si mesmo nesta passagem, encontramos a confirmação em Hebreus 10.7,9,10: "Então, eu disse: Eis aqui estou (no rolo do livro está escrito a meu respeito), para fazer, ó Deus, a tua vontade... então, acrescentou: Eis aqui estou para fazer, ó Deus, a tua vontade. Remove o primeiro para estabelecer o segundo. Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas". Se olharmos a oração de Jesus no Jardim Getsêmani como um sinal de fraqueza, apesar d’Ele ter sido consolado por um anjo, tal comportamento iria contradizer a passagem profética que acabamos de ler.

Como Cordeiro Para o Matadouro

Consideremos o texto de Isaías 53.3,5 e 7: "Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso... Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados... Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca".

Como um cordeiro, Jesus foi levado para o matadouro; Ele permaneceu em silêncio como uma ovelha.

Morte no Getsêmani?

Essas passagens das Escrituras nos dão razões para crer que algo mais tenha acontecido no Jardim Getsêmani quando Jesus orou para que "este cálice" pudesse ser passado dEle. Essa seria uma oração desnecessária, uma exibição de fraqueza e indecisão, mas tal quadro não corresponde à descrição completa do Messias.

Enquanto aparentemente o Pai ficou em silêncio diante da tríplice oração de Jesus, as Escrituras documentam que Sua oração, na verdade, foi respondida. Hebreus 5.5 fala de Cristo como o sacerdote da ordem de Melquisedeque: "assim, também Cristo a si mesmo não se glorificou para se tornar sumo sacerdote, mas o glorificou aquele que lhe disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei".

"Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações, para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo"

O versículo 7 contém a resposta a essa oração: "Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade". O Getsêmani foi o único local onde Jesus pediu que Sua vida fosse poupada; Jesus não morreu no Jardim Getsêmani.

O silêncio aparente de Deus diante da oração de Jesus no Jardim foi, como vimos, uma clara resposta a essa oração. Desse ponto de vista, entendemos que a oração de Jesus não foi para que Sua vida fosse poupada na cruz do Calvário. A oração de Jesus foi ter sua vida poupada para que não morresse ali no Jardim Getsêmani. Ele estava destinado a morrer na cruz do Calvário para tirar os pecados do mundo.

O que aconteceu no Jardim Getsêmani? Pelo que já vimos, é claro que os poderes das trevas e mesmo a morte estavam prontos a tirar a vida de Jesus ali mesmo naquela hora. Em Mateus 26.38 lemos: "Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo". Marcos 14.34 revela: "...E lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte..."

Mesmo que Jesus não tenha morrido fisicamente no Jardim Getsêmani, Ele foi certamente obediente até à morte; Ele experimentou a morte dupla de um pecador condenado! Ele foi "obediente até à morte e morte de cruz" (Filipenses 2.8).

Quando Deus Não Responde

Esta análise da vida de oração de nosso Senhor antes de Sua crucificação deveria nos ensinar que as respostas às nossas orações podem nem sempre ser o mais importante. Podemos passar por derrotas, doenças, tragédias e catástrofes. Mas o que realmente deve ser lembrado é que somos de Cristo.

Creio que é por essa razão que, ao falar de provas e tribulações, o apóstolo Pedro exclamou triunfante: "Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações, para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo" (1 Pedro 1.6-7). (Arno Froese e Dieter Steiger -http://www.chamada.com.br)

Arno Froese é o Diretor-Executivo da Obra Missionária Chamada da Meia-Noite nos Estados Unidos. Realiza várias conferências anualmente nos EUA e edita as revistas “Chamada da Meia-Noite” e “Notícias de Israel” em língua inglesa. Arno Froese é autor dos livros: “A Misteriosa Babilônia de Saddam”, “Rumo ao Sétimo Milênio”, “O Arrebatamento” (em língua inglesa) e “Como a Democracia Elegerá o Anticristo” (disponível em português).

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